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Implante dentário

Implante de um dente só: como funciona e quando faz sentido

Perdeu um dente só? Veja como funciona o implante unitário, o que muda em relação à ponte e à prótese removível e como decidir em Santa Maria (DF).

Equipe da Odonto Gline, Santa Maria (DF) · · 6 min de leitura

Às vezes não é a boca inteira. É um dente só: um molar que quebrou e precisou ser extraído, um dente da frente que rachou numa queda, uma raiz que inflamou e não teve mais jeito. No começo parece pouca coisa. Você passa a mastigar do outro lado, se acostuma com o buraco e segue a vida.

Só que um espaço vazio na boca raramente fica parado. Este texto explica o que costuma acontecer quando a falha não é tratada, como funciona o implante de um dente só, quais são as outras saídas e o que vale perguntar antes de decidir.

O que acontece quando o espaço fica vazio

Os dentes se apoiam uns nos outros. Quando um sai, os vizinhos perdem esse apoio e, com o tempo, podem tombar para o espaço. O dente de cima, que mordia contra o que foi extraído, pode descer devagar, porque não encontra mais onde encostar. A mordida muda aos poucos, e a comida passa a ficar presa em lugares onde antes não ficava.

Embaixo da gengiva, o osso que segurava a raiz também vai diminuindo, porque deixou de receber a força da mastigação. Por isso, quem espera muitos anos pode descobrir que o espaço ficou mais estreito ou mais baixo. Isso não quer dizer que seja tarde. Quer dizer que o planejamento precisa de mais cuidado.

Há ainda quem mastigue só de um lado por anos. O lado que trabalha dobrado tende a gastar mais, e algumas pessoas sentem a mandíbula cansada.

Como funciona o implante de um dente só

O implante é um pino, em geral de titânio, colocado no osso no lugar onde ficava a raiz. Depois que o osso se firma ao redor dele, a dentista instala uma peça de ligação, chamada intermediário, e por cima vai a coroa: a parte que aparece, com cor e formato pensados para combinar com os dentes do lado.

A grande vantagem para quem perdeu um único dente é que o implante fica sozinho. Ele não precisa se apoiar nos vizinhos nem obriga a mexer neles. Os dentes saudáveis ao redor continuam como estão. Na mastigação, a coroa sobre implante trabalha presa ao osso, e a limpeza lembra a de um dente natural: escova e fio, com atenção à linha da gengiva.

Implante, ponte fixa ou prótese removível

Para um dente só, costumam existir três caminhos, e cada um tem o seu lugar:

  • Implante unitário: um pino no osso e uma coroa por cima. Não depende dos vizinhos, mas envolve cirurgia, tempo de cicatrização e osso suficiente no local.
  • Ponte fixa: o dente que falta fica preso a coroas colocadas nos dentes do lado, que precisam ser desgastados. Faz mais sentido quando esses vizinhos já têm restaurações grandes ou também precisam de coroa.
  • Prótese removível pequena: uma peça que se prende com grampos e sai para limpar. É mais simples de fazer, mas há quem ache incômoda no dia a dia.

Não existe escolha certa para todo mundo. Quem tem dentes saudáveis dos dois lados costuma preferir não desgastá-los, e aí o implante pesa mais. Quem não pode passar por cirurgia agora, ou precisa resolver em etapas, pode começar por outro caminho. É a conversa com a dentista que põe cada opção ao lado da sua realidade.

Quando o dente que falta é da frente

Perder um dente da frente mexe com a pessoa de outro jeito. É o dente que aparece na foto, na conversa, na risada. Muita gente passa a tapar a boca com a mão sem nem perceber.

Nessa região, o planejamento olha o osso e também a gengiva, porque é ela que dá o contorno natural em volta da coroa. A cor precisa conversar com os dentes vizinhos. Enquanto o implante cicatriza, em geral dá para usar um dente provisório, para o espaço não ficar aparente. Se esse provisório pode ser preso no implante logo no começo, como acontece em alguns casos, é algo decidido no exame, conforme a firmeza do osso. Não é regra.

As etapas do tratamento

Cada caso tem o seu ritmo, mas o caminho costuma passar por estas fases:

  1. Avaliação: conversa sobre a sua saúde e exame da boca. Se for preciso medir o osso, a dentista indica radiografia panorâmica ou tomografia, feita em serviço de radiologia.
  2. Preparo, quando necessário: tratar gengiva inflamada, cárie nos vizinhos ou recuperar osso que esteja faltando.
  3. Cirurgia: o pino é colocado com anestesia local. Nos dias seguintes pode haver inchaço e desconforto, com orientações e remédios passados pela dentista.
  4. Cicatrização: um período de espera para o osso se firmar ao redor do implante. O tempo varia de pessoa para pessoa.
  5. Coroa definitiva: moldagem, prova e instalação, com ajuste da mordida.
  6. Revisões: retornos para conferir a gengiva, a coroa e o aperto das peças.

Se o dente ainda está na boca, mas não tem como ser salvo, a dentista avalia também o momento de extrair e quando colocar o implante, que pode ser na mesma ocasião ou depois.

O que muda o caminho e o custo

A pergunta sobre valor aparece logo, e é justa. Mas ninguém consegue responder com seriedade sem ver a boca. Alguns pontos pesam:

  • Quantidade e qualidade do osso no local, e se vai ser preciso enxerto.
  • Posição do dente: os da frente pedem mais cuidado com a estética; os do fundo recebem mais força.
  • Saúde da gengiva e dos dentes vizinhos.
  • Material da coroa indicado para o seu caso.
  • Condições como diabetes e cigarro, que podem pedir mais cuidado e mais retornos.

Desconfie de valor fechado por telefone. O número só faz sentido depois de saber quantas etapas o seu caso vai ter.

Implante de um dente só em Santa Maria (DF): a avaliação na Odonto Gline

Na Odonto Gline, quem recebe você é a Dra. Glidislene Salvador, cirurgiã-dentista com registro CRO-DF 7961 e dona da clínica. Ela escuta primeiro: qual dente se perdeu, há quanto tempo, se incomoda mais a aparência ou a mastigação. Depois examina o espaço, os dentes ao lado e a mordida. Se o caso pede imagem do osso, ela explica qual exame fazer e por quê, e ele é realizado em serviço de radiologia.

O que ela encontra vira um plano escrito, com as opções que cabem no seu caso, as etapas de cada uma e o que influencia o investimento. Você leva o papel para casa e decide com calma. Quem tem implante ou coroa feitos em outro lugar e sente que algo não vai bem também pode marcar: o que existe hoje na boca é examinado com atenção, sem julgamento.

O consultório ocupa o 1º andar do lote 11, Conjunto D, QC 1, Santa Maria, Brasília (DF), CEP 72535-040, onde funciona há 18 anos. Para quem mora no Gama, no Recanto das Emas, no Park Way ou no Novo Gama (GO), o trajeto é curto, o que ajuda nos vários retornos que um implante pede. O atendimento é particular, de segunda a sexta, das 8h às 18h, pelo WhatsApp (61) 99578-9435 ou pelo telefone (61) 3393-2689.

Para decidir sem pressa

Um dente só faz falta. Ele segura os vizinhos, ajuda a mastigar e aparece no sorriso. O implante é uma das saídas, muitas vezes a que preserva os dentes bons ao redor, mas não é a única nem serve para todo mundo em qualquer momento. Antes de escolher, vale entender o que está acontecendo no seu osso e na sua mordida. Se o espaço já incomoda, ou se você pesquisa pelo seu pai ou pela sua mãe, o primeiro passo é uma avaliação que termine com um plano na mão.

Perguntas frequentes

Se eu perdi só um dente, preciso mesmo repor?

Não é obrigatório, mas o espaço vazio costuma ter consequências: os dentes vizinhos podem tombar, o de cima pode descer e o osso do local diminui com o tempo. Na avaliação, a dentista mostra o que está acontecendo no seu caso.

O implante de um dente só mexe nos dentes do lado?

Não. O implante fica preso no osso e não se apoia nos vizinhos, que continuam como estão. Já a ponte fixa precisa desgastar os dentes ao lado para segurar o dente que falta.

Vou ficar sem dente enquanto o implante cicatriza?

Em geral dá para usar um dente provisório nesse período, principalmente na frente. Se ele pode ser preso no implante logo no começo depende da firmeza do osso, avaliada no exame.

Perdi o dente há muitos anos. Ainda dá para fazer implante?

Muitas vezes sim, mas o osso do local pode ter diminuído. Quando é preciso medir o osso, a dentista indica radiografia panorâmica ou tomografia, feita em serviço de radiologia, e o resultado mostra se será necessário algum preparo antes.

Dá para saber o valor do implante unitário por telefone?

Não. O custo depende do osso, da posição do dente, da saúde da gengiva e do material da coroa. Por isso, o investimento é explicado no plano por escrito, depois da avaliação.

Onde fica a Odonto Gline QC 1, Conjunto D, lote 11, 1º andar, Santa Maria, Brasília (DF) CEP 72535-040 · segunda a sexta, das 8h às 18h Recebe pacientes de Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Park Way e Novo Gama. Atendimento particular, há 18 anos no mesmo endereço. Responsável técnica: Dra. Glidislene Salvador, cirurgiã-dentista, CRO-DF 7961.

Este texto tem finalidade informativa e não substitui uma consulta. Cada boca é diferente, e só a avaliação com a dentista mostra o que serve para o seu caso.

Dra. Glidislene Salvador, cirurgiã-dentista da Odonto Gline Dra. Glidislene SalvadorCirurgiã-dentista responsável pela Odonto Gline, CRO-DF 7961, em Santa Maria, DF. Atende no mesmo endereço há 18 anos, com foco em implante dentário e prótese protocolo.

Quer saber o que serve para o seu caso?

A avaliação na Odonto Gline termina com um plano por escrito, para você levar para casa e decidir com calma.

Odonto Gline, QC 1, Conjunto D, lote 11, Santa Maria, DF. Atendimento de segunda a sexta.
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